Poeta inconsciente
- Sandra Braik

- 14 de dez. de 2025
- 1 min de leitura

O que era desconhecia
Mirava, gostava, mas não via
Seus olhos passavam ligeiros
Por cores, sabores e cheiros
Para si eram simplesmente
Coisas separadas indubitavelmente
Estava ali, a poesia
Mas desatento não a via
Criá-la poderia
Mas não conseguia
Com seu enxergar desatento
Por inconsciência
Do que não sabia
A poesia é mais que o estático
É o movimento de integração
Da análise de sentimentos
Absorvida e refletida por olhos de alento
Em ver o além quando o suficiente não basta







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